Vamos ficar dependentes até quando?

foto Paulo Cardoso

Sabe o que é engraçado, ou melhor, nada engraçado, é ganância ou o oportunismo que acaba levando produtores a investirem no plantio de uma floresta com a pretensão de altos lucros baseado em uma única matriz consumidora e depois reclamar que a matriz faliu e agora não sabe o que fazer com a sua floresta. Ou que plantou longe e ninguém quer vir comprar.

Vide o que está acontecendo atualmente com o estado de Minas Gerais que tem a maior área de florestas plantadas de eucalipto do Brasil. Durante anos se baseou no consumo das siderúrgicas e na produção de carvão. Hoje as siderúrgicas mineiras simplesmente desapareceram e os produtores estão com suas florestas encalhadas, sem contar o grande número de viveiros e pequenas empresas prestadoras de serviço fechadas.

Será que eles esqueceram que a madeira de eucalipto, como diz muito bem o diretor executivo da ABAF, Wilson Andrade, “a madeira do deus eucalipto”, tem muitas outras finalidades? Onde estão as serrarias, as empresas de transformação, a produção de biomassa? Esta é uma luta que vivenciei recentemente na Bahia, as entidades preocupadas em diversificar o uso da madeira. E olha que a Bahia importa 70% de toda a madeira consumida no estado.

Bem diz o palestrante Pedro Francio Filho, da Unisafe Consultoria, em sua palestra no Programa Mais Árvores da CNA, que apresenta os vários caminhos do uso da madeira e o plantio de florestas de múltiplo uso, “que o produtor não pode ficar refém de um único comprador”.

Em Mato Grosso do Sul, segundo a Reflore (Associação Sul-Mato-Grossense dos Produtores e Consumidores de Florestas Plantadas), existem 350.000 hectares de florestas plantadas por pequenos e médios produtores rurais a serem colhidas nos próximos anos que não têm qualquer ligação com as grandes empresas de celulose instaladas no Estado.

Para quem vão vender? Quem são as empresas que estão chegando no Mato Grosso do Sul e também em outros estados? Seria a matriz energética um caminho? Além da celulose, o que mais exportamos?

Por que se fala tanto em energia eólica, energia de biomassa de bagaço de cana e não se ouve falar em lugar nenhum, ou muito pouco, da energia limpa e renovável do eucalipto? Mais uma vez, será que nós estamos órfãos de entidades que representem os pequenos e médios produtores rurais para que elas possam ajuda-los a ver uma luz no fim do túnel? Pelo que sabemos pelo menos os grupos de investidores estrangeiros já visualizaram esta nova matriz energética e estão vindo com tudo. Mas vão comprar cavaco de quem? Estão os produtores unidos para se apresentarem como solução para o fornecimento de matéria-prima para estas novas empresas?

Mais uma vez se referindo a Mato Grosso do Sul, o fato de uma única empresa produtora de celulose estar comprando florestas no estado tem feito com que o preço negociado fique abaixo do esperado pelos produtores e alguns já estão saindo do negócio, estão hoje à procura de empresas para tirar os tocos de árvores deixados na colheita, pois segundo eles, nem conduzindo a floresta compensa seguir adiante.

Mas nem só pelo fato de estarem hoje a mercê de um único comprador, mas também porque não conseguem visualizar mais à frente, e mais à frente na silvicultura são 7 anos.

Estariam as empresas “matando” as galinhas dos ovos de ouro do setor florestal? Porque não diversificar a matriz consumidora? O que falta? Porque muitos produtores plantaram florestas tão longe dos mercados consumidores? Falta de informação?

Quantas perguntas não é mesmo? E qual a resposta que temos para elas?

Uma delas seria a máxima de que é preciso saber primeiro para quem você vai vender a sua floresta para depois plantar. Mas não são as florestas que atraem as indústrias? Então como não plantar antes e apostar no futuro? Bem, para quem não tem que quitar o empréstimo do banco tudo bem, como acontece com os fundos de investimentos, mas os pequenos e médios que recorrem a empréstimos bancários, aí já complica, se não tiver para quem vender fica inadimplente.

É só olhar para os vários estados e ver que onde tem indústria a floresta vai muito bem obrigado. No Rio Grande do Sul os produtores não têm para quem vender, por lá o governo não ajudou nada e até afugentou empresas, estão sem perspectivas.

Termino com mais uma pergunta: onde estão os governos e onde estão as entidades representativas? Ou vamos deixar que os produtores rurais continuem quebrando e rezando para que um milagre aconteça e ninguém mais consuma as árvores da floresta amazônica?

Que tal se espelhar no exemplo da Argentina onde não tem indústria de celulose nem siderúrgicas e o eucalipto é usado para centenas de outros fins comerciais substituindo muito bem as madeiras nativas?

Por que isso acontece na silvicultura?

Será que vamos ter uma luz no fim da plantação?

Por que, por quê, porque, porquê? São tantas as formas de se usar a palavra segundo a nossa gramática não é? Muitas vezes nos confundimos, e bota confusão nisso. Eta língua complicada!

Mas não importa a forma de se questionar nem como ele vai ser usado na frase, o que eu questiono é por que as muitas categorias, funções, empresas não se unem, procuram falar uma mesma língua profissional? Seria medo, receio, que não vai dar certo, que “eu prefiro ficar sozinho e ganhar mais”? Bem, as grandes empresas se unem em associações e fazem isso muito bem. Mas e as outras?

Eu só sei que vejo isso no dia a dia da silvicultura, e não é de hoje, pessoas e empresas falando mal uma da outra, como se não existissem qualidades, preferindo denegrir do que ressaltar que aquela pessoa ou empresa não tem a mesma opinião que a dela e explicar o motivo, ou que ela tenha errado um dia, ou que está afetando o seu trabalho. Ou seria porque “como não tenho tantas qualidades para exaltar o melhor é falar mal do outro”?

O que sei é que, por experiência de jornalista de sempre ouvir os dois lados, procuro me informar e, na maioria das vezes, tem sempre os dois lados e confirmo, muitas vezes não é nada daquilo. É que alguém falou, que falou para o outro, que jura de pés juntos que é verdade, que…. Enfim, que na verdade é uma falta de informação generalizada, que não existe contraposição, exatamente porque empresas e pessoas não se comunicam ou não usam a comunicação como meio de se expressar.

Agora, o que estou vendo é que a falta de união e a falta de informação está fazendo com que pequenos e médios produtores deixem de continuar a plantar eucalipto por causa do baixo preço de compra praticado pelas empresas ou que não sabem exatamente o que vai acontecer nos próximos anos; que os novos produtores de cavaco estão batendo lata a procura de compradores e sem saber exatamente qual preço praticar; que têm empresas a procura de fornecedores que muitas vezes se encontram a poucos metros dele; que tradicionais silvicultores que antes tinham suas plantações direcionadas para o consumo de carvão vegetal, como em Minas Gerais, hoje se vêm sem saber pra quem vender, o que fazer e se devem continuar a plantar e desconhecem que têm oportunidades em volta deles.

Este sempre foi um erro da silvicultura, tanto que propiciou os mitos do eucalipto se tornarem verdades consolidadas de A a Z na nossa sociedade. E não foram poucos os vídeos que produzi para desmistificar estes mitos. Agora pergunto novamente: esta é a minha função como jornalista ou seria das entidades, associações, empresas e profissionais que vivem e dependem do eucalipto e precisam de informações que possam angariar novos produtores rurais e empresários para o crescimento do setor de florestas plantadas?

E para complicar, com a crise a maioria das empresas, entidades e associações se retraem, não investem, não negociam oportunidades com as partes, não anunciam e não se comunicam. Muitas desconhecem a palavra parceria, que um ajuda o outro hoje para se ajudarem no futuro em condições melhores. E aí o tempo vai se perdendo e as falsas verdades vão se tornando verdades consolidadas, que para ter que se contrapor no futuro vai ter que se gastar um tempo e uma comunicação maior ainda, em outras palavras, mais dinheiro.

Enquanto grandes empresas se retraem, as pequenas, com mais agilidade, fôlego e menos custos vão conquistando o mercado e pequenos grupos vão se formando em contraposição às associações e entidades.

E como resolver este problema? Está aberto o debate. Seria se associar, se informar melhor, ter um espaço para este tipo de conversa, promover eventos que esclareçam e unam estas partes envolvidas no processo?

Sejam todos bem-vindos à discussão.

Energia limpa e renovável

Há muito não se via no setor florestal uma nova tendência de uso da madeira de eucalipto que pode se tornar a solução para um dos principais problemas do país: a geração de energia elétrica.

A biomassa de eucalipto e o “metrinho”, a madeira em pequenos tamanhos, já é usada em larga escala por algumas indústrias, por empresas de armazenamento de grãos, pelas usinas de etanol e açúcar e pelos frigoríficos tanto para gerar energia elétrica como para aquecimento de água e geração de calor.

Mas nada se compara ao crescimento exponencial das Usinas Termoelétricas que estão se instalando no Brasil tendo como matéria prima apenas a biomassa do eucalipto. E o futuro parece bem promissor. São novos postos de trabalhos que se abrem, novas florestas, novas perspectivas de crescimento para os municípios onde elas se instalam. Enfim, como se diz popularmente, “a água secou”. O país rico em rios e fortemente dependente da energia hidrelétrica está com os dias contados, chegou a hora de finalmente diversificar a matriz energética. E o setor florestal agradece.

Por isso realizamos no último dia 04 de junho, durante a feira Três Lagoas Florestal, mais um seminário e dia de campo do Programa Mais Floresta em parceria com o Senar-MS. Um sucesso de público e de interesse. Palestrantes de primeira linha levaram informações preciosas e no dia de campo mais de 160 pessoas foram ver como se produz biomassa a partir de ponteiras de eucalipto que sobram após a colheita.

Mas este assunto não se encerra com este evento. Foi apenas o começo. Com certeza vamos realizar outros com o mesmo tema, porque ele não se esgota e ainda tem muita gente interessada e eu diria mais, muita gente que desconhece o que vem a ser biomassa para a geração de energia.

Aguarde novidades. Basta se cadastrar no nosso site http://www.maisfloresta.com.br para receber informações privilegiadas.

Grande abraço e até o próximo evento.DIA DE CAMPO-MAIS FLORESTA (43)

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Quanta raiva do eucalipto!

GRAVAÇÃO CAT foto Paulo Cardoso (181)

Desde que começamos em 2006, eu e o Robson Trevisan, com o site Painel Florestal que estou tentando desmistificar todos os argumentos e estórias que versam sobre o eucalipto. Trabalho este que não cabe a mim, mas acredito às instituições representativas do setor. Como bom jornalista que sou não resisto e tenho produzidos alguns vídeos que versam sobre o assunto, além de publicar artigos e matérias nos sites. Mas parece que não adianta muito. Somos menores do que as instituições constituídas do lado de lá e e enxurrada de falsas informações que abundam nossa internet chega a assustar. Publiquei recentemente alguns artigos no site Mais Floresta para tentar dar um fôlego e poder anexar aos debates sempre que possível. Um deles, datado de 2010, escrito pelo ex-ministro do planejamento Anibal Teixeira, e presidente do Instituto JK, com o tema Eucalipto Excomungado, aborda a discussão de forma firme e com provas, mas o que é um artigo frente ao que ele mesmo expõe, que as professoras nas salas de aula ensinam aos seus alunos que o eucalipto é um mal para a sociedade?

Neste mês de março de 2015 publiquei na nossa fanpage do Facebook (www,facebook.com/maisfloresta) uma foto e um texto conclamando as pessoas para acessarem o novo site do setor florestal. Acontece que foi uma postagem paga por meio do Google AdWords, portanto, tive um alcance de mais de 161.000 pessoas, muitos compartilhamentos, mas um entrave. Acho que chamei a atenção dos “Do Contra” e foram mais de 80 comentários falando mal do eucalipto, do nome do site, das empresas de celulose, etc. Fiz questão de contrapor cada uma das afirmativas falsas com argumentos que já viraram vídeo e estão na página do Painel Florestal no Youtube, além dos artigos que estão no Mais Floresta e pedindo que as pessoas se informem acessando os sites do IBÁ e da Embrapa Florestas. Mas parece que não adianta muito, a maioria é muito radical. Mas faz parte.

O que mais me espantou nesta história toda é que vi somente 4 manifestações de apoio e nenhum engenheiro florestal se manifestando para contrapor as afirmações negativas.O que significa isso? Que estamos acomodados, que isso não nos interessa ou que tanto faz?

via Mais Floresta.

O Jornal Brasileiro de Biomassa e Energia foi criado a em 2011, para preencher uma lacuna existente no setor de Biomassa e Energia, quanto á uma fonte confiável e periódica para informações sobre o setor no Brasil e no mundo.

Desde sua criação o JBB, tem cumprido seu papel de trazer todas as novidades, tendências e lançamentos do setor. Também tem sido uma importante plataforma para pesquisadores de todo o Brasil e também do exterior publicarem suas pesquisas, teses, e estudos, tendo a garantia de que esta publicação chega para quem tem interesse direto no assunto.

Agora em 2015 com o acréscimo que a Dra. Suani Teirxeira Coelho vai trazer para a publicação, com certeza todos estes feitos, alcançarão dimensões ainda maiores.

O conhecimento que a prof. Suani vai trazer para o JBB será imensurável, sendo que como todos sabem, é uma das maiores autoridades no assunto, comenta Tiago Fraga – Diretor da FRG Mídia Brasil (empresa que gerencia o Jornal Brasileiro de Biomassa e Energia).

Prof. Suani Teixeira Coelho, Ph.D.

Suani Teixeira Coelho é engenheira química, com mestrado e doutorado em Energia No Programa de Pos Graduação em Energia da Universidade de Sao Paulo, onde é atualmente professora, orientadora e coordenadora do grupo de pesquisa em bioenergia. Ela também é professora orientadora no Programa Integrado de Pos Graduação em Bioenergia (USP / UNICAMP / UNESP).
Ela foi membro do Grupo Consultor do Secretário Geral da ONU para a Energia e Mudencas Climáticas (Advisory Group on Energy and Climate Change-AGECC) no periodo 2008-2011, presidida por Kandeh K. Yumkella da UNIDO, e Secretária Adjunta da Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Estado de São Paulo (2003-2006), onde era responsável pelos acordos internacionais desta Secretaria de Estado. Ela já trabalhou várias vezes como especialista em bioenergia para projetos do PNUMA e da UNIDO.

A professora publicou varios artigos cientificos e é tambem revisora de revistas técnicas, como a Energy Policy e Biomass & Bioenergy, entre outros. Ela também já publicou vários livros e capítulos de livros, incluindo ” Land and Water-Linkages to Bioenergy” em Global Energy Assessment (IAASA, Universidade de Cambridge, 2013). Desde dezembro 2014 ela é Editora Associada para Bioenergia na publicacao Renewable and Sustainable Energy Reviews e membro do Activity Group on Bioenergy and Water do Global Bioenergy Partnership (GBEP/FAO).

Site oficial do Jornal Brasileiro de Biomassa e Energia: www.jornalbiomassabr.com

Copie e cole este link para visualizar a última edição do JBB
http://issuu.com/jorn…/…/jornal_biomassa_br_edi____o_n___018

Fonte: Biomassa BR

comentar este link: http://www.biomassabr.com/bio/resultadonoticias.asp?id=3452

MAIS FLORESTA (1)

O nosso site http://www.maisfloresta.com.br procura ser inovador. E uma destas inovações é o espaço para o vídeo currículo. Envie o seu, seja inovador também.

10 dicas de como gravar um bom vídeo para conseguir um bom emprego:

O objetivo do vídeo-currículo é mostrar ao recrutador quem é o candidato de uma maneira mais clara do que o descrito no papel. “O vídeo é como um trailer de quem é o candidato”, diz Erica Isomura, especialista em Recursos Humanos (RH) do site de recrutamento Vagas. “O principal ganho para o recrutador é ter na sua frente algo menos frio do que um papel.”

Essa modalidade de currículo não tem o objetivo de substituir outras etapas do processo de seleção – como o currículo tradicional e a entrevista. “O currículo em vídeo tende a ser, ao longo do tempo, uma ferramenta importante antes de decidir qual candidato convidar para uma etapa presencial [de seleção] ou até mesmo um complemento na análise do perfil do profissional”, afirma Roberto Cunha, diretor-executivo da Hiring, consultoria especializada em recrutamento e seleção de pessoas.

Cunha explica que em mercados como os Estados Unidos o vídeo-currículo tem o papel de aumentar a produtividade da empresa, diminuindo o tempo gasto num processo seletivo, e reduzir os custos com a seleção evitando viagens desnecessárias ou até mesmo contato com candidatos que não tenham o perfil desejado pela empresa.

Aprenda a fazer um currículo em vídeo

Dependendo da área de trabalho, apresentar um vídeo-currículo pode ser um diferencial para o selecionador. “É uma grande tendência e pode ser considerado um diferencial muito interessante para o profissional que quer se destacar de forma criativa, mas ainda alinhada com os padrões do mercado de trabalho”, diz Angélica Nogueira, gerente de RH da Catho.

Confira dicas dos especialistas do Vagas, da Hiring e da Catho para ter um bom desempenho em frente à câmera:

Pesquisa
Já sabe o que vai dizer no vídeo, onde vai gravar e o que vestir? Tudo isso deve ser decidido após fazer uma ampla pesquisa sobre a empresa. O candidato deve conhecer o mercado de atuação dela e os seus concorrentes, bem como o momento atual da companhia.

Texto
Aparecer em frente à câmera lendo um papel está descartado. O candidato precisa instigar o selecionador a querer conhecê-lo. Uma dica é escrever um roteiro e se fazer as seguintes perguntas: “O que quero passar para o selecionador?” e “o que eu posso contar?”. Basicamente, o objetivo é instigar o selecionador a conhecê-lo.

Duração
Especialistas recomendam que o vídeo não tenha mais do que dois minutos. O ideal é que tenha cerca de um minuto. E fique atento: os segundo iniciais precisam ser interessantes, para que o recrutador mantenha a atenção ao vídeo.

Vestimenta
Antes de sair vestindo terno e gravata é bom conhecer a empresa a qual está concorrendo a uma vaga. O traje não pode fugir do contexto da empresa. Quando se decide fazer um vídeo-currículo, se quer passar um pouco de sua própria identidade. Portanto, não disfarce.

Tecnologia
Tenha cuidado com os aparelhos utilizados para filmagem. Verifique se a câmera (ou webcam) está funcionando direito e se a captação de áudio do microfone está adequada. Portanto, não deixe para a última hora e correr o risco de algo não funcionar como deveria.

Ambiente
O ambiente de gravação deve ser bem iluminado, silencioso e organizado. Certifique-se de que não haja distrações ao redor. O candidato precisa ser o centro das atenções.

Postura
Lembre-se de que a linguagem não verbal também transmite sinais sobre quem você é. Portanto, a postura em frente à câmera deve ser de confiança, sem se deixar intimidar pelo objeto, e com um tom de voz adequado.

Dificuldade com a câmera
Para quem se sentir incomodado em gravar um vídeo, especialistas recomendam que o candidato deve ter clareza sobre o que quer passar ao selecionador. Não tenha receio de treinar na frente do espelho e repetir até ficar bom. Se gravou e o vídeo não ficou bom, grave de novo. Treine o que vai dizer até que realmente se torne espontâneo.

Vale a pena fazer um vídeo-currículo mesmo se a empresa não pedir?
É bom ir com calma. Uma empresa muito tradicional pode não gostar da iniciativa. Primeiramente, o vídeo precisa ser bem feito para não ter um efeito contrário ao desejado. Sobretudo, o candidato deve entender se a empresa está aberta a essa modalidade. Nunca é tarde lembrar que esse tipo de currículo ainda busca o seu espaço no Brasil.

Erros que podem custar uma vaga
Um currículo com erros de gramática já é ruim. Um vídeo-currículo com o candidato falando de maneira errada pode ser pior. Expressões confusas também podem custar caro. A comunicação no vídeo deve ser precisa. Também é bom não aparecer nervoso ou usar frases prontas. E tenha cuidado com a postura corporal e a qualidade da gravação.

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É com muito prazer que recebi o convite do meu ex-sócio Robson Trevisan para realizar no dia 4 de junho o nosso evento Mais Florestal durante o Três Lagoas Florestal. O tema será Biomassa Para a Geração de Energia. Faça sua inscrição gratuita antecipada: http://www.senarms.org.br/projetos/mais-floresta

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